O Presidente do Conselho Real Consultivo dos Negócios Sarianos (CORCAS), o Sr. Khalihenna Ould Errachid, dirigiu uma carta ao Elevado Comissariado para os Refugiados (HCR) e ao Programa Alimentar Mundial (PMA), cujo o teor do texto é:
Rabat, 30/01/2007
Sr. KHALIHENNA OULD ERRACHID PRESIDENTE do CONSELHO REAL CONSULTIVO dos NEGÓCIOS SARIANOS (CORCAS) para o SR. ANTONIO GUTERRES ELEVADO COMISSÁRIO DO HCR
Objecto: Esclarecimento sobre o destino da ajuda alimentar destinada aos retidos sahraouis nos campos de Tindouf
Rabat, 30/01/2007
Sr. KHALIHENNA OULD ERRACHID PRESIDENTE do CONSELHO REAL CONSULTIVO dos NEGÓCIOS SARIANOS (CORCAS) para o SR. ANTONIO GUTERRES ELEVADO COMISSÁRIO DO HCR
Objecto: Esclarecimento sobre o destino da ajuda alimentar destinada aos retidos sahraouis nos campos de Tindouf
A nossa atenção foi atraída pela campanha efectuada sobre os tambores batentes pela frente do Polisario e certos meios de comunicação social argelinos que atuam sobre a situação humanitária nos campos dos retidos de Tindouf.
Tenho o prazer de dirigir-me a vossa senhoria levando ao vosso conhecimento os esclarecimentos seguintes:
O alarme desencadeado pelo frente do Polisario sobre a situação humanitária nos campos dos retidos de Tindouf, na Argélia, através do supostamente "crescente alerta vermelha do sahraoui (CRS)", que não é nada mais que é um instrumento ou um aparelho de propaganda do Polisario Utilizando-a de maneira a influenciar negativamente o povo saraui, bem como certos meios de comunicação social argelinos que constituem uma pura alegação enganosa e sem fundamento para continuar a beneficiando mais da ajuda internacional que eles aproveitam.
Eles sào realmente apenas um punhado de líderes polisariens que se apropriam daquelo sem principios.
O Polisario declarou nesta assunto que os campos dos retidos de Tindouf são ameaçados de "fome iminente", devido "à ruptura das existências de produtos alimentares", isto foi dito para somente apoiar a sua tese propagandista erronea. E um suposto geito para mostrar o modo de nutriçào em que o povo saraui vive " transmitindo uma situação dramática nos campos".
Um estudo foi executado que demonstrou que 66% das mulheres, cuja idade varia entre o 15 e o 45 anos, e 62% das crianças com menos de 5 anos são anémicos, e que o número de casos de desnutrição nas crianças é de 35%.
Alguns observadores interrogam-se sobre os objectivos não anunciados desta campanha de propaganda a respeito de esta "situação crítica dos campos", como trazido por meios de comunicação social argelinos e o SOS lançado repetidamente supostamente pelo "CRS".
Desde mais de 30 anos, o Polisario utiliza ainda os habitantes dos campos de Tindouf, como moeda de troca e fundo de comércio inépuisable para reunir estas ajudas que constantemente são desviadas por certos líderes do Polisario e escoadas seguidamente sobre diferentes mercados.
Este punhado de líderes não quer soltar tomada e eles querem enriquecer-se a costas dos retidos de Tindouf que sofrem todas os tipos de sofrimentos e das divisões familiares destrutivas.
Faz-se viver uma administração escloresada e mantem-se uma entidade não democrática.
Por tais actos, o Polisario procura induzir em erro a comunidade internacional, enquanto que todos fazem de conta que todo é bonito e bem conscientes de todas as operações. Realmente, a ajuda internacional não diminuiu, mas são os líderes do Polisario que transformaram os campos de Tindouf em grande loja ao seu lucro onde comercializam todas as espécies de mercadorias recebidas gratuitamente das instâncias humanitárias internacionais, as quais deveriam ser destinadas em princípio aos retidos dos campos de Tindouf.
Alguns observadores interrogam-se sobre os objectivos não anunciados desta campanha de propaganda a respeito de esta "situação crítica dos campos", como trazido por meios de comunicação social argelinos e o SOS lançado repetidamente supostamente pelo "CRS".
Desde mais de 30 anos, o Polisario utiliza ainda os habitantes dos campos de Tindouf, como moeda de troca e fundo de comércio inépuisable para reunir estas ajudas que constantemente são desviadas por certos líderes do Polisario e escoadas seguidamente sobre diferentes mercados.
Este punhado de líderes não quer soltar tomada e eles querem enriquecer-se a costas dos retidos de Tindouf que sofrem todas os tipos de sofrimentos e das divisões familiares destrutivas.
Faz-se viver uma administração escloresada e mantem-se uma entidade não democrática.
Por tais actos, o Polisario procura induzir em erro a comunidade internacional, enquanto que todos fazem de conta que todo é bonito e bem conscientes de todas as operações. Realmente, a ajuda internacional não diminuiu, mas são os líderes do Polisario que transformaram os campos de Tindouf em grande loja ao seu lucro onde comercializam todas as espécies de mercadorias recebidas gratuitamente das instâncias humanitárias internacionais, as quais deveriam ser destinadas em princípio aos retidos dos campos de Tindouf.
Fontes:
